Anexo I - Mas quem é o povo de Deus?
Mas o povo de Deus, então, era só Israel, isto não tem mais nada a ver comigo, certo?
Vejamos estes textos.II Crônicas 7:14, Tito 2:14, Apocalipse 12:17.
“se o meu povo, que se chama pelo meu nome...” II Crôn.
“... e purificar para si mesmo um povo exclusivamente Seu, zeloso de boas obras”. Tito.
“...os que guardam os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus.” Apoc.
Vamos primeiro ver o que a Bíblia fala. Pelos textos expostos você já pode ter uma excelente idéia de que este argumento simplista não vai funcionar. Primeiro, porque já no velho testamento a Bíblia começa a definir o que vem a ser o “povo de Deus”. Depois o próprio Jesus deixa isto mais claro ainda nas revelações que concedeu ao apóstolo João, no apocalipse, o último livro da Bíblia. Ali temos uma definição exata, de que povo é este que Deus finalmente resgatará para Si.
No texto de II Crônicas, Deus já havia “ampliado” a sua definição de povo quando falava a Israel, Ele poderia ter sido bem específico e ter colocado, se meu povo, Israel, ou os Judeus, ou algo assim, mas não o fez. Temos ali que é um povo que se chama pelo “Seu nome”, no contexto ali, é o nome de Cristo, de Deus, correto? Então, meu querido amigo, se você professa ser de Cristo e ser alguém que segue o que Ele ensinou ou que acredita em Deus e procura seguí-lo de perto, você não pode se desculpar aqui. Você está fazendo parte daqueles que se chamam pelo seu nome, correto? Faz parte do “povo de Deus”, então, porque não segue o mandamento de Deus de forma completa? É... teremos que considerar isto.
E você pode até argumentar: “mas o importante é ter a Deus, pois todos os caminhos levam a Deus ou levarão ao Céu...”, enfim, qualquer coisa desta natureza. Como geralmente argumentamos ou escutamos.
Ora Deus é um Deus Zeloso (Êxodo 20:5 e 34:14) e quer para Si um povo igualmente zeloso. A definição de Tito nos fala desta outra característica importante que é um povo zeloso de boas obras. Ora, alguém zeloso não é alguém do ‘tanto faz’ ou do que ‘faz-pela-metade’, correto? Ora, se fora assim Deus não precisaria ter discorrido tanto no quarto mandamento, bastava Ele dizer, como nos outros:”Guarde o Sábado! “ou “Guarde um Dia para mim!”. E pronto. Se fora assim, Deus também não precisaria ter se preocupado em nos entregar sua palavra através da Bíblia e ter se ocupado, inclusive em preservá-la, das várias tentativas de eliminação que já passou através da história da humanidade. Se fora assim, também, a pluralidade de religiões não implicaria em diferenças tão grandes de atitudes e credos, e o mundo certamente estaria muito melhor, mas não é o que temos, não é o que vemos por aí.
Se fora assim, Deus também não precisaria ter explicitado no apocalipse quais as características fundamentais deste “povo de Deus” que estará com Ele quando a história deste mundo, horrível, por tanto pecado, como o conhecemos hoje, tiver fim e pudermos viver com Ele, como Ele planejou para nós desde o princípio. E veja que, realmente, para bem da verdade, Ele não fala desta ou daquela religião, Deus fala ali das características fundamentais que distinguem e selam o povo de Deus, a saber, “os que guardam os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus”.
Agora, repare que interessante no texto bíblico, não é este ou aquele mandamento apenas, são os mandamentos, todos; e mais fundo ainda, são os mandamentos de Deus – os originais, não os que foram alterados pelo homem! Interessante, não? Veja quanto podemos tirar deixando tão somente que a Bíblia nos fale.
Outra coisa interessante é este “testemunho de Jesus”. Não é o testemunho deste ou daquele teólogo, santo, guru... ou do pastor que você gosta tanto. Não! É o testemunho de Jesus, que em apocalipse 19:10 temos claramente especificado como: o espírito de profecia. E isto pode render um outro assunto e estudo, portanto, vou fechar aqui, acreditanto ter levado você a responder pela Bíblia a pergunta em questão.
Anexo II – O que nos define como protestante? A mudança para o domingo, uma doutrina não bíblica!
Primeiramente deixe-me apenas reforçar que o que pretendo é fazê-lo pensar e repensar. E para isto lhe faço perguntas diretas. Mas tudo isto com muito amor, porque o meu maior motivo para isto é que, sinceramente, gostaria de vê-lo fiel realmente a Deus para que no final da história deste mundo, naquele grande dia, possamos juntos abraçar este Jesus que dizemos amar. Pois bem...
Como você poderá ler ou até já saber, o livro de S.João, principalmente os capítulos 14, 15 e 16, o livro de Atos, o livro de I Coríntios e o livro de Hebreus tratam extensa e claramente sobre as obras do Espírito Santo de Deus, suas qualificações, atribuições e missões aqui conosco. Uma delas, da qual João fala mais demoradamente é a de revelar a Deus, de revelar Jesus Cristo e de revelar a Deus através de Jesus Cristo.
De acordo com estudiosos, teólogos e especialistas na história das igrejas, um deles Leroy E. Froom, “o traço que distingue o protestantismo – sem o qual este não existiria – é a alegação de que o Espírito Santo é o Vigário ou sucessor de Cristo na terra. Depender de organização, líderes ou sabedoria humana, é colocar o humano no lugar do divino.” 1
E isto não somente faz sentido como é uma verdade histórica. Ora nós, como protestantes, somos o que somos porque só aceitamos em nossas igrejas uma liderança que seja dirigida pelo Espírito Santo, líderes que sejam humildes suficientemente para se reconhecerem como dependentes completos deste Espírito e se deixam ser por Ele guiados - de acordo com o que está na palavra de Deus – para executare as obras das igrejas; líderes que não se achem no lugar de Deus, mas que queiram ser por Ele usados e que nos instruam pela Bíblia; outra distinção é que aceitamos a Bíblia como um todo (II Timóteo 3:16).
Bem ao contrário disto temos o poder religioso-histórico-dominante, que arroga para si o ser o “Vicaris Filis Dei” aqui na terra e muda as coisas que na Bíblia escritas estão. Eu pergunto: porque então você aceita uma doutrina provinda de tal fonte? Ditada e imposta única e exclusivamente por um interesse político-religioso, sem fundamento algum na Bíblia?! Aliás fazendo tudo o que a Bíblia fala que não deve ser feito, mudando a palavra de Deus (Mateus 5:18, Lucas 16:17, Lucas 21:33) e se colocando no lugar de Deus para ser adorado. Jesus mesmo deixa isto muito claro quanto quem é digno de adoração, em sua célebre resposta ao diabo, por ocasião de sua tentação no deserto, dizendo “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele darás culto.” (Lucas 4:8 que cita Deuteronômios 6:13 e que se encaixa perfeitamente no 1º. e 2º. Mandamenos, dos Mandamentos de Deus). Perceba que é obra do Engano (II Tessalonissenses 2:7) fazer com que as pessoas adorem outras coisas e deuses e pessoas, no lugar de Deus.
Já que você se diz justamente não concordante de professar as doutrinas desta Igreja-Mãe porque eles não seguem tão somente a Bíblia como norma de conduta, assim como era o lema de Martinho Lutero - “sola escriptura”, porque justamente em se tratando dos mandamentos você aceita e segue deles uma doutrina não bíblica?
E isto é muito sério. É... é pra fazer repensar mesmo.
Outra coisa que nos faz “protestantes” é o fato de gostarmos de estudar mais profundamente a Bíblia, correto? E não ter tudo ‘tão prontinho e superficial’, correto? E também gostar de saber da história, certo? Até para saber se as profecias que a bíblica fala realmente fazem sentido ou não... pelo menos por isso. Isto deveria ser um diferencial nosso. É, eu sei, infelizmente não é. Mas vamos saber então, um pouquinho mais das coisas. Vamos ver um pouquinho de história do mundo e da igreja para entendermos isto.
De acordo com dados históricos não existe evidências da santificação semanal do domingo por parte dos cristãos antes do segundo século. 2
A igreja de Roma a partir deste mesmo século começa a liderar um movimento nutrido por sentimentos “anti-judaicos”, de uma tendência para a adoração dominical. Os cristãos não queriam se parecer com os judeus, por motivos óbvios àquela época e começaram a se afastar da adoração sabática. 3
Entretanto, do segundo ao quinto século, embora a influência da adoração ao domingo crescesse fortemente, os cristãos ainda guardavam o sábado, como podemos comprovar na citação de Sócrates: “praticamente todas as igrejas do mundo celebram os sagrados mistérios no sábado, todas as semanas, embora as igrejas cristãs de Alexandria e Roma, por conta de algumas tradições antigas, tenham deixado de fazê-lo” 4
Sozomen, outro historiador deste período escreveu: “o povo de Constantinopla, e praticamente de todos os demais lugares, reúnem-se no sábado, bem como no primeiro dia da semana, costume este nunca observado em Roma ou Alexandria”. 5
Veja que estas referências indicam a liderança de Roma no processo de abandono da guarda do sábado como dia sagrado. Mas porque, então, se escolheu o domingo? Ora, esta resposta você meu querido amigo protestante tem na ponta da língua porque é o seu dogma. Você simplesmente aceitou como resposta sem questionar, sem conferir realmente. Que é: “porque Jesus ressuscitou no domingo e isto, então, sanciona a adoração dominical”.
Veja o que diz Maxwell: “mas, estranho como possa parecer, nenhum autor do segundo e terceiro séculos jamais citou um único texto bíblico como prova da autorização de se observar o domingo em lugar do sábado. Nem Barnabé, nem Inácio, nem Justino, nem Irineu, nem Clemente de Roma, Nem Clemente de Alexandria..., nem qualquer outro que tenha vivido próximo ao período em que Jesus vivera, conhecia qualquer instrução a esse respeito, deixada por Jesus ou por qualquer texto bíblico.” 6
No quarto século teremos a introdução das leis dominicais. A igreja nesta época tinha grande prestígio político e foram impostas primeiramente leis de caráter civil, depois vieram as leis dominicais de caráter religioso. O primeiro decreto dominical civil se deu em 7 de março de 321 D.C. Constantino tinha a esperança de granjear o apoio, para o seu governo, dos adoradores cristãos simpáticos ao culto pagão ao deus sol e dos adoradores pagãos também. Desta forma o decreto dominical refletia sua própria origen como adorador do Sol. Diz o texto: “No venerável Dia do Sol [venerabili die Solis] devem os magistrados e as pessoas que residem nas cidades descansar, e devem fechar todas as casas de comércio. No campo, entretanto, as pessoas envolvidas na agricultura podem livre e legalmente continuar suas tarefas.” 7
Várias décadas mais tarde, a Igreja seguiu o seu exemplo. O concílio de Laodicéia (encerrado em 364 D.C), o qual não foi um concílio universal, e sim apenas Católico Romano, emitiu a primeira lei dominical eclesiástica. No cânone 29, a Igreja estabeleceu que os cristãos deveriam honrar o domingo e “se possível, não trabalhar neste dia”, ao mesmo tempo em que se denunciava o repouso no sábado (grego sabbaton, “sábado”), pois deveriam trabalhar neste dia. 8
Em 538 D.C., ano que marca o início do período profético de 1.260 anos (estudo de Daniel e Apocalipse), o Terceiro Concílio de Orleans da Igreja Católica Romana emitiu uma lei ainda mais severa que a de Constantino. O Cânone 28 desse concílio diz que no domingo “mesmo a agricultura deve cessar seus labores, de modo que as pessoas não sejam privadas de frequentar a igreja.” 9.
Veja nestas poucas referências históricas (e são muitas outras), claramente, como o mandamento foi sendo colocado de lado e a Igreja passou a exercer “autoridade” sobre esta mudança, ‘consagrando’, então, um outro dia para adoração sem nenhuma base bíblica para isto, nenhuma! Se você quiser saber mais sugiro o anexo III.
Anexo III – Profetizada a Mudança.
Bom, atente para que o que está exposto aqui nada mais é do que referências bíblicas, comprovadas pela história. Não há aqui nenhuma apologia contra esta ou aquela denominação, apenas um constatar da veracidade da Bíblia – como palavra de Deus, que é correta, fiel, imutável! – e um constatar da realidade histórica inclusive do período em que já estamos vivedo nesta mesma história religiosa. Veja que Deus realmente não nos deixou sem instrução, sem referência do que é correto. Ele nos diz com antecipação como e quando as coisas acontecerão para que possamos escolhar aquilo que é a verdade, para que possamos ter certeza de qual ensinamento provém dEle, que está de acordo com Sua Palavra, para que não sejamos enganados. Deus é amor, e ama a você tanto, que não quer que você se engane!
A Bíblia revela que a observância do domingo como instituição cristã tem sua origem no “ministério da iniquidade” (II Tessalonissenses 2:7), o qual já se encontrava em operação na igreja romana dos dias de Paulo. Por meio da profecia de Daniel 7, Deus revela Sua onisciência quanto à mudança do dia de adoração. A visão de Daniel retrata um ataque contra a lei de Deus e contra Seu povo. O poder atacante, representado por um chifre pequeno em Daniel (e por uma besta em Apocalipse 13), traz consigo a grande apostasia no seio da igreja cristã. Este chifre pequeno, então, efetua tentativas de mudar os tempos e as leis (Daniel 7:25). O poder apóstata obtém grande sucesso em enganar a maior parte do mundo, mas no final o julgamento será pronunciado contra ele (Daniel 7:11, 22 e 26). Durante a tribulação final Deus intervirá em favor daqueles que foram realmente fiéis a Ele e a Sua Palavra. (Daniel 12:1-3).
Pois bem, apenas um poder dentro do cristianismo corresponde as características descritas na profecia de Daniel. Apenas uma organização religiosa pretende possuir as prerrogativas para modificar leis divinas. Observe o que as próprias autoridades católico-romanas tem reinvindicado ao longo da História:
“Por volta de 1400 D.C., Pedro de Ancarano afirmou que “o papa pode modificar a lei divina, uma vez que seu poder não provém do homem, mas de Deus, e ele age em lugar de Deus sobre a Terra, com pleno poder pra comprometer ou liberar suas ovelhas” 10
Veja só o que foi dito pelo próprio arcebispo de Reggio, Gaspare de Fosso, por ocasião do Concílio de Trento (1545 a 1563), convocado pelo papa com a finalidade conter o protestantismo: “ A autoridade da Igreja é, pois, ilustrada claramente pelas Escrituras; pois ao passo que de um lado ela (a igreja) as recomenda, declara-as como divinas (e) no-las oferece para serem lidas... por outro lado, os preceitos legais das Escrituras, ensinados pelo Senhor, cessaram em virtude da mesma autoridade (da igreja). O sábado, o mais glorioso dia da lei, foi modificado para o Dia do Senhor... Estes e outros assuntos similares não cessaram em virtude dos ensinamentos de Cristo (pois Ele declarou que não veio para destruir a lei e sim para cumprí-la), mas foram modificados pela autoridade da Igreja.” 11
Infelizmente apesar de reconhecer os horrores que já cometeu ao longo da história, a Igreja matém esta mesma posição ainda nos dias de hoje, na edição de 1977 do The Convert´s Catechism of Catholic Doctrine há uma série de perguntas e respostas para ensinamento:
“p. qual é o sábado?
r. o sábado é o sétimo dia.
p. por que observamos o domingo em lugar do sábado?
r. observamos o domingo em lugar do sábado porque a Igreja Católica transferiu a solenidade do sábado para o domingo.”
Outra referência da comprovação de que não há autoridade bíblica para tal mudança.
Em seu best-seller, The Faith of Millions (1974), o erudito católico romano John A. O´Brien chegou a esta constrangedora conclusão: “Uma vez que o sábado, e não o domingo, é especificado na Bíblia, não é curioso que os não-católicos que professam obter sua religião diretamente da Bíblia e não da Igreja, observem o domingo em lugar do Sábado? Sim, efetivamente, isto é inconsistente.” O costume da observância do domingo, continua ele, “repousa sobre a autoridade da Igreja Católica, e não sobre o texto explícito da Bíblia. Esta observância permanece como uma lembrança da Igreja-Mãe, da qual as seitas não-católicas se originam – tal como um garoto que foge da casa mas ainda carrega em seu bolso uma fotografia da mãe ou uma mecha de seus cabelos.”
Veja que há na história do mundo e da religião, vasto material que tão somente comprova e nos dá certeza de interpretação correta das profecias de Daniel e de identificação de qual é a palavra que provém de Deus, qual ensinamento está de acordo com a Bíblia.
E você meu amigo protestate, como eu, que nos dizemos praticantes de nossa religião tão somente pelo que a Bíblia diz, não tem mais a falta de conhecimento nem histórico nem Bíblico para não tomar uma decisão de seguir toda a Palavra, todos os Mandamentos e de saber qual é o dia, verdadeiro, de guarda.
E você meu amigo católico - que prezo tanto, por possuir amissíssimos que professam e praticam esta religião - vejo que a vossa base de aceitação se dá muito mais por tradição do que por um embasamento bíblico, uma vez que muitos de vocês fogem da intimidade com a Bíblia, justamente por encontrar nela um monte de coisas que a “sua igreja e o padre” não dizem assim; e ficam com medo da ‘confusão’ e de ‘não estarem certos’. E ninguém quer estar errado, não é mesmo? Mas infelizmente, longe da palavra de Deus – que é a Bíblia – e confiando em homens qualquer um de nós fatalmente caíra no erro (Salmos 119:105, Salmos 119:130, Atos 4:12, Atos 5:29). Por vocês, eu oro com especial carinho, para que um dia, muito breve, aqueles na sua fé que querem realmente ser fiéis a este Deus magnânimo, altíssimo, que todos nós adoramos, tenham a coragem de aceitar toda a Palavra de Deus e se postem do lado DEle na hora em que a decisão tiver que ser tomada. O espírito de profecia nos diz que “Deus tem os seus fiéis em várias denominações, por agora, mas que eles virão para ser um povo do Senhor, na hora derradeira deste mundo”.
Só haverá duas classes de pessoas muitos em breve na história deste mundo: os que adoram o sábado e os que aceitam a imposição político-religiosa que há de se formar. Eu quero muitíssimo que você fiel católico, que ama a Deus de todo o seu coração, esteja conosco como povo de Deus que segue a Sua verdade custe o que custar – porque o amamos de todo o coração – e que será finalmente salvo para sempre e habitará com este Deus. Amém!?
E para fechar este tópico, veja o que um erudito protestante, A. T. Lincoln, diz: “não se pode argumentar que o Novo Testamento, por si mesmo, provê apoio para a crença de que desde a ressureição Deus indicou o primeiro dia da semana para ser observado como sábado. ...Torna-se observador do sábado do sétimo dia é o único curso de ação consistente para qualquer pessoa que sustente possuir todo o Decálogo a força da lei moral.” 12
O fato de eu guardar o Sábado, só por guardar o Sábado, não me faz salvo. Mas o fato de eu saber da Lei e guardá-la toda, porque amo a Cristo e quero realmente ser obediente, fiel a Ele, em todas as coisas, isto sim fará toda a diferença... muito em breve! Amém!!
Anexo IV – Os benefícios da guarda do Sábado
Em breve!
Referências Bibliográficas
1. LeRoy E. Froom, A Vinda do Consolador, pág. 66.
2. Justino Mártir, First Apology, in Ante-Nicene Fathers (Grand Rapids: Wm. B. Eerdmans, 1979) Vol. 1. pág. 186.
3. Bacchiocchi. From Sabbath to Sunday (Roma: Pontifical Gregorian University Press, 1977), págs. 223-232.
4. Sócrates, Ecclesiastical History, livro 5, cap. 22.
5. Sozomen, Ecclesiastical History, livro 7, cap.19.
6. Maxwell, God Cares, vol. 1, pag. 131.
7. Codex Justinianus, livro 3, titulo 12,3 – transcrito em Schaff, History of the Christian Church, 5ª. edição, vol.3, pag. 380.
8. Concílio de Laodicéia, cânone 29, in Charles J. Hefele, A History of the Councils of the Church From the Originals Documents.
9. Giovanni Dominico Mansi, editor, Sacrorum Conciliorum, vol.9, col.919, conforme citado por Maxwell em God Cares, vol.1, pag.129 e citado parcialmente por Andrews, History of The Sabbath and First Day of The Week, pag. 374.
10. Lucius Ferraris, “Papa”, art. 2, Prompta Bibliotheca (Venice: Caspa Storti, 1772), vol.6, pag.29.
11. Gaspare de Fosso, Pronunciamento na 17ª. Sessão do Concílio de Trento, 18 de janeiro de 1562, in Mansi, Sacrorum Conciliorum, vol.33, cols. 529 e 530.
12. Andrews T. Lincoln, “From Sabbath to Lord´s Day: A Biblical and Theological Perspective”, pág 386.
Vários sermões e livros denominacionais também ajudaram-me na elaboração deste estudo, dentre eles:
a. sermões do Pastor Evangelista Mark Finley, sobre os temas: Profecias de Daniel, O Santuário e o Sábado;
b. livros de E. G. White, dentre eles: O Grande Conflito, Desejado de Todas as Nações e Patriarcas e Profetas.
c. livro Nisto Cremos da Casa Publicadora Brasileira.
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Oi, Cintia!
ResponderExcluirPor favor, não me entenda mal. Não pretendo contrariar seu estudo, tão pouco defender o Catolicismo (eu concordo com suas observações com relação a essa denominação), mas eu gostaria de informar, com intiuito de aumentar seu conhecimento, que na minha igreja as escrituras Atos 20:7 e I Coríntios 16:2 são consideradas como evidências de que o domingo tornou-se consagrado como o dia de descanso depois da ressureição de Cristo. :-D